O preço de um PGRS depende do tipo de atividade, do porte da empresa, da quantidade e da variedade de resíduos, da necessidade de visita técnica ou de análises e do órgão que vai receber o plano. Na Khemos, a proposta sai com valor exato, escopo fechado e prazo em dias úteis por escrito.

Quem pesquisa quanto custa um PGRS encontra respostas muito diferentes, e isso tem explicação: o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos é um documento técnico feito para cada empresa. O valor depende do que a empresa gera, de quanto gera, de como opera e de quem vai analisar o plano. Neste artigo, você entende cada uma dessas variáveis e sabe o que pedir para receber uma proposta clara, com valor fechado e sem surpresa no meio do caminho.

O que é o PGRS e por que cada plano tem um preço?

O PGRS é o documento que descreve como a empresa identifica, separa, armazena, transporta e destina os resíduos que gera. Ele está previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Lei 12.305/2010, e é exigido de geradores como indústrias, serviços de saúde, empresas de construção e comércios ou serviços que geram resíduos perigosos ou resíduos que, pela natureza, composição ou volume, não se comparam ao lixo doméstico.

O PGRS de uma padaria e o de uma metalúrgica seguem a mesma lógica, mas o trabalho por trás deles é bem diferente. Na padaria, os resíduos são poucos e conhecidos: orgânicos, embalagens, óleo de fritura. Na metalúrgica, há óleo usado, borra, cavaco, panos contaminados, embalagens de produtos químicos e lâmpadas, cada um com uma classificação e um destino próprio. É essa diferença de trabalho que define o preço, e não o nome do documento.

Quais variáveis definem o preço de um PGRS?

São seis pontos principais. Quando você conhece cada um, entende a proposta que recebe e consegue comparar orçamentos com segurança.

  • Tipo de atividade: indústria, comércio, serviço, clínica ou obra. Quanto mais etapas de processo, mais pontos de geração de resíduo precisam ser mapeados.
  • Porte e número de unidades: uma loja com um endereço é diferente de uma rede com três filiais ou de um galpão com vários setores produtivos.
  • Variedade e volume de resíduos: cada tipo de resíduo pede descrição de acondicionamento, armazenamento temporário, transporte e destinação final. Uma lista com quatro resíduos dá menos trabalho do que uma com vinte.
  • Classificação dos resíduos: a norma ABNT NBR 10004 separa os resíduos em perigosos e não perigosos. Quando a origem já deixa a classificação clara, ela é feita no próprio plano. Quando não deixa, pode ser preciso análise em laboratório, que entra como item separado e visível na proposta.
  • Visita técnica: em muitos casos, o levantamento é feito no local, com registro fotográfico das áreas de armazenamento. Em empresas pequenas e com documentação organizada, parte do levantamento pode ser remota.
  • Órgão que vai receber o plano: prefeitura, CETESB no processo de licenciamento ou vigilância sanitária. Cada um tem formato, roteiro e exigências próprias, e o plano precisa seguir o roteiro de quem vai analisar.
VariávelO que aumenta o trabalhoO que simplifica
AtividadeProcesso industrial com várias etapasComércio ou serviço com rotina simples
UnidadesVárias filiais ou setoresUm único endereço
ResíduosMuitos tipos, incluindo perigososPoucos tipos, já conhecidos
ClassificaçãoResíduo de origem incerta, com análiseClassificação direta pela origem
DocumentaçãoSem registros de coleta e destinaçãoContratos, MTR e certificados organizados

O que separar para receber o orçamento mais rápido?

Com estas informações em mãos, o engenheiro consegue fechar o escopo já no primeiro contato:

  • CNPJ, CNAE e endereço da unidade;
  • descrição resumida do que a empresa faz e de como funciona o processo;
  • lista dos resíduos gerados e quantidade aproximada por mês;
  • contratos com empresas de coleta, manifestos de transporte (MTR) e certificados de destinação, se houver;
  • licença ambiental vigente ou em andamento, e CADRI, se a empresa já tiver;
  • o pedido do órgão: ofício, notificação, checklist do alvará ou condicionante da licença.

O último item é o mais importante. Saber exatamente o que foi pedido, e por quem, evita fazer um documento maior ou menor do que o necessário.

Como funciona a proposta com valor fechado?

Na Khemos, a proposta traz o valor exato do serviço, sem faixa e sem "a partir de". O escopo é descrito item a item: o que será levantado, quais documentos serão entregues e o que está incluído. O prazo é informado em dias úteis, por escrito, e começa a contar do aceite da proposta.

Um ponto que é dito antes de começar: o tempo de análise do órgão público não entra na conta, porque não depende da consultoria. O que a Khemos controla, ela coloca no papel.

Todo serviço sai com ART, a Anotação de Responsabilidade Técnica registrada no CREA-SP. O plano é entregue em PDF assinado e também em versão editável, para que a empresa consiga atualizar dados de rotina. E se o órgão pedir complementação dentro do escopo contratado, a Khemos resolve sem cobrar de novo.

Quando o PGRS precisa ser feito e atualizado?

O momento mais comum é a abertura ou regularização da empresa: o plano é pedido no alvará de funcionamento, no licenciamento ambiental ou em uma fiscalização de rotina. Também é comum ele aparecer como exigência na renovação de uma licença.

Depois de pronto, o PGRS precisa acompanhar a realidade da empresa. Mudou o processo, entrou um novo produto ou um novo resíduo, trocou a empresa de coleta? É hora de atualizar. No Estado de São Paulo, o transporte de resíduos é registrado por meio do MTR no sistema SIGOR, e o que está no plano deve bater com o que aparece nos manifestos.

Como comparar duas propostas de PGRS?

O preço sozinho não diz muito. Antes de decidir, confira se cada proposta responde a estas perguntas:

  • O valor é fechado ou existe chance de cobrança extra?
  • A visita técnica está incluída, quando necessária?
  • A classificação dos resíduos está no escopo?
  • A ART está incluída?
  • O prazo está escrito, em dias úteis?
  • Se o órgão pedir ajuste, quem resolve e quanto custa?
  • Você recebe a versão editável do documento?

Duas propostas com o mesmo nome podem entregar coisas bem diferentes. Comparar o escopo é o que mostra qual delas resolve o seu caso.

Qual plano a sua empresa precisa?

Nem toda empresa precisa exatamente de um PGRS. Obras de construção precisam do PGRCC, e clínicas, consultórios e laboratórios precisam do PGRSS. Algumas atividades precisam de mais de um. Definir o plano certo é a primeira etapa do diagnóstico, e já faz parte da conversa inicial.

Quer saber o valor do PGRS da sua empresa? Envie as informações acima pelo WhatsApp (11) 97734-9036 ou pela página de contato e fale direto com o engenheiro. Você recebe uma proposta com valor exato, escopo fechado e prazo por escrito.